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Inflação se aproxima da meta com Temer!

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Inflação se aproxima da meta com Temer!

Semana iniciada em 12_09_16

 

A imagem que apresento hoje mostra o último quadro do Banco Central do Brasil (BCB)  publicado sexta feira passada, 9 de setembro e divulgado pela internet ontem.

Como tenho explicado em outras vezes, o relatório denominado FOCUS é publicado todas as segundas feiras às 9 horas da manhã pelo BCB e apresenta  uma grande média de opiniões de economistas e analistas do mercado financeiro, que enviam seus prognósticos dos principais indicadores todas semanas e o BC os tabula e os divulga na internet.

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Os dados publicados que mais nos interessam hoje dizem respeito à inflação.

Para ela, o relatório FOCUS apresenta  quatro  indicadores, dos quais faremos um resumo a seguir.  Para isso, comentamos os dados da inflação para os próximos doze meses e para cada um desses indicadores,  previsões há 4 semanas atrás, há uma semana atrás e “hoje” ou seja com a última previsão para os próximos doze meses, sempre  em porcentagem anual:

  • IPCA, índice de preços ao consumidor, variante “ampla”, calculado pelo IBGE, o Instituto Brasileiro  de Geografia e Estatística:
  • 5,42%; 5,28%; 5,24%;
  • IGP – DI, índice geral de preços, variante “disponibilidade interna”, calculado pela Fundação Getúlio Vargas:
  • 4,99%; 5,17%; 5,25%;
  • IGP – M índice geral de preços, variante “de mercado”, calculado pela Fundação Getúlio Vargas:
  • 5,19%; 5,35%; 5,29%;
  • IPC – FIPE, é o índice de preços ao consumidor, calculado para a cidade de São Paulo pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas da Universidade de São Paulo:
  • 5,19%; 4,85%; 4,85%.

Como “para 12 meses” significa setembro de 2017, talvez seja possível atingir o centro da meta de 4,5%  até o final de 2017, conforme desejo do Banco Central do Brasil.

Mas o seu Presidente, Ilan Goldfajn, tem dito que esse “atingir a meta” depende muito do esforço fiscal do governo, o que necessariamente implica em que o Ministro da Fazenda,Henrique Meirelles,  tenha sucesso em duas frentes, “aprovar as reformas essenciais no Congresso” e “segurar os gastos governamentais nos três poderes”.

Uma batalha da qual não sabemos o desfecho é dada pelo  conjunto de pleitos dos aumentos salariais, inclusive os do poder judiciário, com o Sr. Levandowisky querendo aumentos e o Ministro Gilmar Mendes dizendo que a hora não é adequada. Precisamos esperar a Ministra Carmen Lucia, que acaba de assumir a presidência do STF se manifestar.  Aliás, sobre muitas coisas empacadas na mais alta corte de justiça do Brasil. Se o aumento para o Supremo for dado, ele vai se irradiar para todo o Judiciário e dai para os demais servidores públicos.

Dos quais as respectivas aposentadorias são um verdadeiro escarnio perante os aposentados que não do governo. Porque essa desigualdade?

 

Abraços aos meus leitores, em numero cada vez maior.

 

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Até nossa próxima publicação!

Carlos Daniel Coradi

 

 

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