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Dilma bate recorde de impopularidade

OPINIÃO

 

Semana finda em 07_08_2015

Editorial: Dilma bate recorde de impopularidade

 

A manchete da Folha de São Paulo[1] é claríssima: “Dilma passa a ser presidente mais impopular, diz Datafolha”, “reprovação de petista supera de Collor pré-impeachment e é a maior da série histórica do instituto, iniciada em 87”.

 O quadro abaixo mostra a comparação das piores avaliações dos presidentes Colllor, Itamar, Fernando Henrique, Lula e Dilma; pode-se constatar que ela está com a “pior das piores” avaliações.

Dilma

Os eventos desta semana permitem entender o contexto no qual essa péssima classificação da presidente Dilma ocorreu e estão abaixo resumidos:

  • Prisão de José Dirceu: o ex-todo poderoso ex-ministro da Casa Civil durante o primeiro mandato de Lula havia sido condenado no processo do mensalão, tendo escapado por pouco de ser encarcerado em prisão fechada; foi para regime semiaberto e depois para casa; mas nesta semana, foi novamente preso e corre o risco de, se for condenado pelo juiz Sérgio Moro, ir definitivamente para a cadeia; foi um forte choque em todo o PT.

 

  • Crise econômica se agravando: a manchete do “O Estado de São Paulo” no caderno de Economia e Negócios” é clara: “Profundidade da crise surpreende e especialistas discutem saídas”: “O índice de confiança dos empresários da indústria segundo a CNI está no nível mais baixo da série”; 7% foi a queda real na folha de pagamento em comparação com o mesmo mês de 2014: estamos no fim da bonança do emprego, com o índice de desocupação atingindo o pico de 8,157 milhões de pessoas[2].

 

  • Deterioração do ambiente político: nesta semana, dois pronunciamentos do governo arcaram essa deterioração, equivalentes a um pedido de trégua:

– O Vice-Presidente da República, Michel Temer, e coordenador dos aspectos políticos no Congresso, fez uma declaração sobre o momento, dizendo que situação do país é ‘grave’ e fazendo um apelo por união;

Aloizio Mercadante, ministro-chefe da Casa Civilafirmou que “vivemos um momento polarizado e de tensão política, “depois de erros que o governo cometeu e que é preciso superá-los”. Mercadante reconheceu as medidas impopulares que o governo está tomando para passar pela crise econômica”[1]

Nossa conclusão é a de que os brasileiros foram enganados nessa última eleição, fruto do marketing político mentiroso e pago com o dinheiro da corrupção vindo do mensalão,petrolão, fazendão e muitas outras formas de roubar o dinheiro que pertence ao povo brasileiro e que deveria estar sendo investido em educação, segurança, saneamento, infraestrutura. São muitos bilhões de reais, que foram parar nos bolsos de políticos desonestos, em paraísos fiscais, em partidos corruptos. Vamos denunciar isso tudo e nos unir para dar um basta nesse estado de coisas.  Faça sua parte, leitor.

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[1] Vide

[2]Dados do caderno de Economia e Negócios do jornal “O Estado de São Paulo”, pagina B1, edição de 19 de julho de 2015

[1]Edição de quinta-feira, 6 de Agosto de 2015, primeira página, jornal “Folha de São Paulo”

 

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  • JOSÉ MILTON.´.

    Mesmo o mais ingênuo baixo-clero entende que o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), age de forma assumida como oposição ao governo Dilma na tentativa de demonstrar força para escapar de ser denunciado ao Supremo, condenado e perder o mandato, por envolvimento nas traficâncias financeiras desvendadas pela Lava-Jato. Daí, trabalhar pela aprovação de “pautas-bomba”, destinadas a explodir o Orçamento e, em consequência, queira ou não, desestabilizar de vez a própria economia brasileira.

    Até há pouco, o presidente do Senado, o também peemedebista Renan Calheiros (AL), igualmente investigado na Lava-Jato, agia na mesma direção, sempre com o apoio jovial e inconsequente dos tucanos. Porém, na terça, antes de almoço com o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, Renan declarou não ser governista, mas também não atuar como oposicionista, seguindo o presidente da Câmara, e descartou a aprovação desses projetos-bomba pelo Congresso. Um gesto de sensatez.

    Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/opiniao/manipulacao-do-congresso-ultrapassa-limites-17109534#ixzz3iFR2uOA2
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  • Eu li o texto do Globo. Conheço pessoalmente Renan da época do grupo de Alagoas e do “bolo de noiva”. Ele é camaleão, muda de côr na medida da necessidade para se manter no poder.. e que poder.. presidente do Congresso e do Senado.. mudou de lado porque quer negociar sua acusação pela Lava Jato.