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Como aplicar dinheiro em 2017?

OPINIÃO

Escolha a melhor forma de proteger seu dinheiro

Semana iniciada em 16_01_2017

Os sinais de que 2017 será um ano melhor do que 2016 estão por todas as partes, tênues ainda, mas certos. A forte redução em 0,75% na taxa SELIC na semana passada, a imediata reação do Bradesco em anunciar a diminuição de suas taxas de crédito, quer para pessoas físicas, quer para pessoas jurídicas. Os economistas se manifestam claramente:

Diz 2017 Zenia Latif, economista chefe da XP Investimentos: “2017 deve ser o ano da transição para a economia brasileira[1]”. A forte subida da Bolsa, no dia seguinte à redução da SELIC confirmou essa expectativa.

A EFC estuda o mercado financeiro desde 1977, quando dirigiu uma corretora de valores e em seguida um banco, tendo nessas duas empresas, se destacado pela abordagem técnica e fundamentalista que as distinguiu dos concorrentes.

A questão, agora em 2017, é como escolher as melhores aplicações para as economias dos brasileiros, desde os mais humildes até os mais ricos supondo que haja alguma sobra para aplicações. Vou brevemente repassar como recomendo proceder:

  1. A velha, simples e prática caderneta de poupança, que havia sido afastada devido a elevada inflação de 2015 (10,76% no IPCA) agora volta a ficar atraente com a queda da inflação. O Banco Central prevê para 2017 a taxa de 4,81% para esse índice; ora, as cadernetas rendem 0,5% ao mês mais a taxa referencial (a chamada TR). As últimas projeções para 12 meses indicam 8,4% para 2017. Ou seja, um rendimento real da ordem de 3,4%, pois a poupança para pessoas físicas não paga imposto de renda.

 

  1. Aplicação em “Tesouro Direto”[2], títulos do Governo Federal: são absolutamente seguros, tem liquidez diária (pode entrar e sair quando quiser0 e se bem escolhidos, podem render a inflação (pelo IPCA) mais juros. É necessário fazer previamente um cadastro em uma Corretora de Valores, quer pertencente a um banco, quer independente. Aceita pequenas aplicações. Paga imposto mas vale a pena, bem estudada.

 

  1. Títulos de renda fixa, do tipo “CDBs” (certificados de depósitos bancários”). Todos bancos oferecem, mas é preciso escolher bem comparando taxas e os custos. Normalmente há um valor mínimo para aplicar e paga-se imposto de renda proporcional à duração. O IR varia de 22,5% a 15% caindo com aplicações mais longas. Existem duas modalidades, CDB´s prefixados e pós fixados. Com inflação cadente, o prefixado é melhor.

 

  1. Aplicação em ações: em época de subida, são os melhores ganhos. Mas pode-se perder muito também. Estude o que escrevi no meu linkdin[3]. Veja também nosso novo site em www.carloscoradi.com.br . Ligue (11) 98612 1264 ou mande um e-mail para c.coradi@efc.com.br, onde postamos nossos “Opinião” e nossos “Blogs” e atenderemos você.

 

[1] Vide http://www.infomoney.com.br/conteudo-patrocinado/xpi/noticia/5998903/2017-deve-ser-ano-transicao-para-economia-brasileira-preve-economista

[2] Vide http://www.tesouro.fazenda.gov.br/tesouro-direto-conheca-o-tesouro-direto

[3] Vide https://www.linkedin.com/pulse/voc%C3%AA-investiria-na-bolsa-agora-avisei-em-fevereiro-coradi?trk=mp-reader-card