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Uma nova esperança para o Brasil 2017!

OPINIÃO

Uma nova esperança para o Brasil_2017!

Semana iniciada em 02_01_2017

Hoje o Brasil virou a página para um dos anos mais duros de sua história, voltando-se  para um novo ano, com renovadas esperanças de uma melhoria para nosso povo, esperando o fim da recessão de dois contínuos anos, onde a riqueza nacional recuou quase 8%, ou seja, considerando-se um produto interno bruto da ordem de 5 trilhões de reais, perdemos quatrocentos bilhões de renda.

Não há dúvida alguma, esse elevado retrocesso se deveu às duas gestões do PT com Dilma Rousseff na posição de presidente do pais. Tudo começou com sua primeira desastrada gestão, quando tentou impulsionar artificialmente a economia, nos enfiando em uma ilusão marcada especialmente pela sua campanha enganosa da reeleição em 2014.

Para tanto, promessas falsas forma feitas, embaladas pelo guru de marketing do PT, João Santana, acompanhado pela sua mulher, Mônica Moura. Ambos foram presos pelo Juiz Sérgio Moro em 26 de fevereiro de 2016 e depois soltos em 1° de agosto de 2016, após pagarem fianças respectivamente de R$ 2,7 bilhões (para ele) e R$ 28,7 bilhões (para ela). O Juiz Moro considerou que eles não são componentes do primeiro nível da corrupção, mas não descartou processa-los criminalmente, depois de recolher seus passaportes.

Não fossem as falsas promessas, Dilma não teria conseguido se reeleger. Mas, uma vez empossada, continuou enganando o povo, com a gastança fora do orçamento aprovado, gerando o primeiro buraco de seu segundo mandato em mais de cento setenta bilhões de reais.

A Câmara e o Senado federais tiveram o bom senso de caçar seu mandato e permitir que seu Vice-presidente, Michel Temer, tomasse posse primeiramente como interino e depois como definitivo. As medidas de Temer estão alinhadas para arrumar a economia, restaurar o crescimento do pais, trazer a inflação para suas metas, resolver o gravíssimo problema do desemprego e limitar juridicamente os gastos federais por vinte anos, bem como encaminhar as demais reformas necessárias.

Temer segue com um ambicioso plano de reformas, incluindo a política, a tributária e a solução dos governos estaduais, a maioria quebrados. Hoje não temos outra solução do que acreditarmos em suas ações e torcermos para que o ambiente social melhore gradativamente.  De fato,  não enxergo absolutamente outra hipótese, ou besteiras como uma nova eleição ainda em 2017, direta ou indireta. Não há, ao meu ver, espaço jurídico e político para isso. O presidente Michel Temer tem experiência nesses ambos campos para conduzir adequadamente o ano de 2017, que decididamente, é um ano de transição para as eleições presidenciais de 2018, ambicionadas por Lula e por Marina Silva.

A última pesquisa eleitoral  achada, publicada pela revista “Isto É” de outubro de 2016 indica que, na intenção de voto espontânea, Lula é favorito para 11,4% dos entrevistados, seguido por Jair Bolsonaro (PSC), com 3,3%, e Aécio Neves, com 3,1%. O presidente da República, Michel Temer, aparece em quarto lugar, com 3% das intenções espontâneas de voto; e Marina Silva (Rede), em quinto, com 2,4%. Evidentemente, tudo vai depender do desempenho de Michel Temer em sua presidência, e muito particularmente na sua capacidade de brecar o aumento do desemprego e mais do que isso, fazer o emprego voltar a crescer.

Outra variável importante em 2017 será o sequenciamento das operações “Lava-Jato” e seus desdobramentos, em especial com a divulgação das delações completas da Odebrecht. Aguardaremos!